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Estigma associado às doenças mentais

18 de janeiro de 2021 


Nesse fim de semana, tivemos um marco a respeito da saúde mental, o tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tratou justamente de um assunto importante, que cada vez mais precisamos debater: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”.

Segundo um artigo da Revista Médica de Minas Gerais, “Doença mental e estigma”, estima-se que 450 milhões de pessoas no mundo sofram com transtornos mentais, ou seja, é muita gente enfrentando continuamente “rótulos” preconceituosos associados à doença mental, acreditando que o quadro é sinônimo de agressividade, incapacidade, fraqueza. O que é um grande erro!

Além disso, muitas vezes, os pacientes não são levados a sério pela sociedade como um todo, são acusados de fazer drama ou de querer chamar atenção. Passam, em vários casos, por humilhação e desvalorização. E tudo isso compromete um tratamento adequado e justo, a inserção social e uma vida digna.

A análise publicada na revista médica cita, inclusive, que “o estigma é o principal obstáculo para a recuperação e reabilitação, para melhor assistência psiquiátrica e melhor qualidade de vida daqueles que sofrem de transtorno mental, de seus familiares, da equipe que trata e cuida dele e da comunidade em torno do indivíduo. O estigma representa injustiça social que pode ser tão nefasta quanto a própria doença.”

Para os autores do artigo, “a exclusão dos enfermos condiz com a fantasia de que os outros são sadios. A estigmatização da doença mental traz a ilusão da saúde mental.”

O bem-estar emocional é coisa séria! É fundamental, se preciso, buscar ajuda para você ou para alguém que você observa que precisa de auxílio, assim como é essencial o apoio e carinho de amigos, colegas e familiares.
Pense nisso, diga não ao preconceito, ele pode custar vidas!

[Fonte: Rocha, F. L., Hara, C., & Paprocki, J. (2015). Doença mental e estigma. Revista Médica de Minas Gerais. doi: 10.5935/2238-3182.20150127.]
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