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Uma em cada quatro mulheres apresenta sintomas de depressão pós-parto

07 de junho de 2021


 
Com o nascimento do bebê, a mãe pode passar por um período de tristeza, desencadeado por alterações hormonais, privação do sono e mudanças drásticas na rotina, mas ele tende a desaparecer em poucos dias. É o chamado baby blues, que atinge 80% das mulheres e costuma regredir em cerca de duas semanas.
Assim que a mulher se adapta e reorganiza seus horários de alimentação, sono e cuidados com o pequeno, o fenômeno perde força e some espontaneamente.

Já a depressão pós-parto é lenta, gradativa e duradoura, ela vai comprometendo a saúde emocional da mãe e requer tratamento especializado. De acordo com uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), uma em cada quatro mulheres apresenta sintomas do problema. Nessa hora, o (a) companheiro (a), familiares e pessoas próximas precisam observar mudanças visíveis no comportamento, nas expressões e atitudes.
 
O problema foi abordado recentemente, inclusive, pela atriz Isis Valverde, em entrevista ao programa Conversa com Bial (TV Globo). Ela revelou ter vivido uma tristeza profunda após o nascimento do filho, Rael, devido à depressão pós-parto. "Eu chorava à toa. Tive vontade de sumir, de ir embora”, contou.
 
Os principais sintomas do quadro depressivo após o parto englobam justamente uma tristeza constante e persistente, choro intenso, falta de disposição, sentimento de culpa, falta de apetite ou compulsão alimentar, preocupação exagerada com o bebê ou falta de conexão afetiva com o filho, perda do interesse da mãe em realizar atividades que antes gostava, autocuidado precário (sem vontade, por exemplo, para tomar banho), entre outros.
Se sinais como esses estão presentes depois de meses após o nascimento do bebê, podem ser indícios de depressão.

Comportamentos obsessivos também podem surgir! Em alguns casos, a mulher passa a ter um cuidado excessivo com o pequeno: ela o alimenta a todo instante, coloca agasalhos demais nele ou não dorme, porque precisa observar se ele continua respirando.
 
Nesse tipo de depressão - e também no aparecimento de baby blues - a busca por profissionais qualificados (psiquiatra e/ou psicólogo), assim que surgem os primeiros sintomas, é essencial. O tratamento adequado consiste em estabelecer uma relação saudável com esse novo momento na vida da mulher, da família, de forma a desenvolver ferramentas emocionais para lidar, viver melhor e aproveitar essa nova fase.
 
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